O projeto Ana Autoestima, da empresa social Tabu Tabu, promove educação sexual e autoconhecimento entre mulheres da favela Parque Analândia, abordando temas como prazer e consentimento. A iniciativa busca empoderar essas mulheres, que enfrentam desafios relacionados à saúde e autoestima, através de grupos de WhatsApp e encontros presenciais.

O projeto Ana Autoestima, da empresa social Tabu Tabu, promove educação sexual e autoconhecimento entre mulheres da favela Parque Analândia, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro. A iniciativa utiliza grupos de WhatsApp e encontros presenciais para abordar temas como prazer, consentimento e autocuidado, visando preencher lacunas de informação sobre saúde sexual. Desde seu lançamento em 2023, o projeto já alcançou cerca de 200 participantes em quatro favelas, com planos de expansão para novas comunidades.
As participantes, como Taís, Diana e Evelyn, relatam transformações significativas em suas vidas após o contato com Ana Autoestima. Taís, mãe de sete filhos, afirmou que aprendeu a explorar seu corpo e a valorizar sua autoestima. Diana, por sua vez, descobriu que poderia ter prazer sem depender de um parceiro, enquanto Evelyn superou relacionamentos abusivos e passou a se valorizar mais. Essas histórias refletem a importância do projeto na promoção do empoderamento feminino.
A educadora sexual Laura Ramos Tomás, cocriadora do projeto, destaca que muitas mulheres de periferias não buscam informações sobre sexo nos serviços de saúde, devido a abordagens inadequadas e estigmas. O projeto visa dialogar de forma acessível e respeitosa, utilizando o WhatsApp, que é amplamente utilizado na comunidade. A equipe, composta por 13 mulheres, elabora conteúdos que abordam desde sexo seguro até o autoconhecimento.
Os encontros presenciais, realizados em um galpão da ONG Há Esperança, proporcionam um espaço seguro para discussões sobre autocuidado e saúde. Durante essas reuniões, as participantes têm a oportunidade de tirar dúvidas, compartilhar experiências e receber kits com materiais educativos, como camisinhas e lubrificantes. A abordagem lúdica, com o uso de objetos como uma vulva de pelúcia, ajuda a desmistificar o tema e a promover o conhecimento sobre o próprio corpo.
O projeto também promove a distribuição de vibradores, que têm sido bem recebidos pelas participantes. Diana, que já ganhou três vibradores, compartilhou sua experiência positiva, ressaltando que esses brinquedos têm proporcionado prazer e autonomia em sua vida sexual. A interação entre as mulheres durante os encontros é marcada por risadas e um forte senso de comunidade, evidenciando a importância do apoio mútuo.
A iniciativa Ana Autoestima demonstra que a educação sexual pode ter um impacto profundo na vida das mulheres, fortalecendo sua autoestima e promovendo mudanças em diversas áreas. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode ajudar a transformar realidades e proporcionar oportunidades para as mulheres em situação de vulnerabilidade.

TAP cancelou voo após recusar embarque de cão de serviço, Tedy, que auxilia criança autista. A família enfrenta crise de ansiedade e busca justiça em audiência na próxima semana.

Nesta sexta-feira (18), a Casa da Palavra Mário Quintana em Santo André será palco do segundo encontro do circuito "Slam Fya", promovendo a união de poetas e escritores em batalhas de poesia. O evento, gratuito e aberto ao público, contará com inscrições para oito participantes, que devem se inscrever trinta minutos antes do início. Araújo Paz, do coletivo "Álbum de Rua", lidera a atividade, que visa fortalecer o movimento literário na cidade. A próxima edição ocorrerá em 15 de agosto.

A morte de Juliana Marins, jovem brasileira, expõe os desafios enfrentados por mulheres negras em viagens, como racismo e machismo. Iniciativas como o Bitonga Travel buscam mudar essa realidade.

Projeto de lei propõe centros de apoio 24 horas para mulheres vítimas de violência no DF. A iniciativa, do deputado Hermeto (MDB), visa oferecer atendimento especializado e acolhimento imediato, atendendo a uma demanda urgente na região. Os centros serão instalados em áreas com altos índices de violência, com equipes multidisciplinares disponíveis a qualquer hora.

O Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Agricultura Digital (CCD-AD/SemeAR) lançou o boletim Conexão Semear Digital, promovendo diálogo sobre tecnologias digitais no campo. A publicação mensal busca informar agricultores e outros públicos sobre inovações voltadas a pequenas e médias propriedades rurais, destacando a importância da comunicação na pesquisa científica.

Famílias lançam o Movimento Desconecta, propondo adiar a entrega de smartphones até os 14 anos e o acesso às redes sociais até os 16, visando proteger a saúde mental de crianças e adolescentes. A iniciativa busca unir pais em um compromisso coletivo, fundamentada em pesquisas que alertam sobre os riscos do uso precoce dessas tecnologias.