Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB) redescobre população de muriquis-do-norte em Peçanha, com 15 indivíduos, e implementa Programa de Manejo Populacional para garantir a sobrevivência da espécie.

O muriqui-do-norte, o maior primata das Américas, enfrenta um grave risco de extinção devido à destruição da Mata Atlântica e à fragmentação de seu habitat. O Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), fundado em 2015, atua na conservação dessa espécie. Recentemente, o MIB redescobriu uma população de quinze muriquis em Peçanha, Minas Gerais, e está implementando um Programa de Manejo Populacional para garantir a sobrevivência da espécie a longo prazo.
O primatólogo Fabiano Rodrigues de Melo, um dos fundadores do MIB, destaca a importância do manejo populacional, afirmando que a condição da espécie é tão crítica que é necessário desenvolver estratégias para salvar o máximo possível de populações. O MIB também utiliza tecnologias avançadas, como armadilhas fotográficas e drones termais, para mapear e estudar as populações remanescentes de muriquis.
O projeto em Peçanha é um exemplo do trabalho do MIB. A equipe começou a investigar a área em 2017 e, após várias expedições, conseguiu localizar um grupo de muriquis que não era visto há quase duas décadas. Essa população, que já foi documentada na década de setenta, agora enfrenta o risco de extinção devido à falta de manejo adequado.
O MIB está desenvolvendo um Programa de Manejo Populacional Integrado, coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que deve ser publicado em breve. Este programa delineará as ações necessárias para garantir a sobrevivência dos muriquis, que incluem a reprodução assistida e o fortalecimento social dos grupos existentes.
A Muriqui House, localizada em Ibitipoca, é a única instalação dedicada ao manejo ex situ do muriqui-do-norte. Com um grupo de oito indivíduos, o MIB está realizando reprodução assistida e espera aumentar a capacidade reprodutiva do grupo. A estratégia envolve a introdução de novos indivíduos para evitar a extinção local e promover a troca genética entre grupos.
O trabalho do MIB é crucial para a conservação do muriqui-do-norte, especialmente em um cenário de mudanças climáticas que ameaçam seu habitat. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem a preservação dessa espécie ameaçada, garantindo que os esforços de conservação continuem e que as populações de muriquis possam prosperar novamente.

Scott Loarie, diretor-executivo do iNaturalist, visa alcançar 100 milhões de usuários anuais até 2030, destacando a importância do Desafio Mundial da Natureza Urbana para engajar mais pessoas na ciência cidadã. A plataforma, que já conta com 20 milhões de usuários, busca facilitar o uso do aplicativo e expandir projetos comunitários.

Dados do iNaturalist foram fundamentais em mais de 5.000 artigos científicos, com um aumento exponencial nas publicações, destacando seu papel na pesquisa sobre biodiversidade e novas espécies. A plataforma, que já possui mais de 200 milhões de observações, tem revolucionado a forma como cientistas abordam questões ecológicas.

MP-SP investiga a Sabesp por poluição nas represas Billings e Guarapiranga, após denúncias de contaminação química e falta de manutenção no esgoto. Moradores reclamam da qualidade da água.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Alto Santo, Canindé e Ibicuitinga, permitindo acesso a recursos federais para ações de defesa civil. As prefeituras podem solicitar apoio para atender às necessidades da população afetada pela seca e estiagem.

A COP30, conferência da ONU sobre o clima, será realizada em Belém, Brasil, de 10 a 21 de novembro de 2025, com foco na Amazônia. A nova plataforma COP30 Events visa organizar e divulgar eventos relacionados à conferência, promovendo maior participação e visibilidade. Com a alta demanda por hospedagem, o governo contratou navios de cruzeiro para acomodar participantes, enfrentando críticas sobre os altos preços de hospedagem e a logística do evento.

Movimento "Mãos da Transição" destaca jovens agroecologistas, como Willians Santana e Ana Karoliny Calleri, que mostram resultados positivos e atraem novos agricultores para práticas sustentáveis.