A natureza é um remédio gratuito que melhora a saúde física e mental das crianças, mas enfrenta ameaças de exploração. O Globo destaca sua importância no centenário e na luta contra a desinformação.

No centenário do Globo, foi anunciada uma descoberta significativa sobre os benefícios da natureza como um remédio gratuito que pode melhorar a saúde física e mental das crianças. A ciência tem demonstrado que essa "medicação" natural pode aumentar a imunidade, reduzir o risco de alergias e melhorar a saúde cardiorrespiratória. Além disso, pode ser uma ferramenta eficaz na prevenção e tratamento da obesidade, com efeitos positivos na visão e na redução de marcadores de estresse.
O uso regular desse remédio natural também está associado à diminuição de sintomas de hiperatividade, comportamentos agressivos, ansiedade e depressão. Crianças e adolescentes que interagem com a natureza relatam melhorias no humor e na qualidade do sono, o que impacta diretamente no aprendizado e na saúde emocional. A natureza também promove habilidades sociais, como empatia e cooperação, essenciais para o desenvolvimento saudável.
Apesar de seus benefícios, a natureza enfrenta ameaças significativas, como a exploração por empresas e latifúndios que buscam lucro rápido. O acesso a esses ambientes naturais é desigual, sendo mais fácil para as populações em áreas ricas, enquanto as comunidades empobrecidas têm menos oportunidades de usufruir desses benefícios. O Congresso tem sido criticado por ações que podem comprometer o acesso à natureza, essencial para a saúde pública.
O remédio que a natureza oferece é gratuito e acessível a todos, mas sua preservação é crucial. A falta de proteção e a destruição de habitats naturais podem resultar em consequências graves para a saúde coletiva. A mensagem é clara: precisamos agir para proteger esses espaços e garantir que todos tenham acesso aos benefícios que a natureza proporciona.
O centenário do Globo também destaca a importância do jornalismo na promoção da ciência e na luta contra a desinformação, especialmente durante a pandemia. O veículo desempenhou um papel fundamental em informar a população sobre a importância da vacinação e os esforços dos profissionais de saúde, enfrentando um cenário de negacionismo e desinformação que resultou em inúmeras perdas.
Em tempos de crise, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam a preservação da natureza e o acesso a espaços verdes devem ser apoiados e incentivados. A mobilização da comunidade é essencial para garantir que todos possam usufruir dos benefícios que a natureza oferece, promovendo saúde e bem-estar para todos.

O Museu do Amanhã promove atividades gratuitas até 8 de junho em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, enquanto o Museu Nacional reabre após o incêndio de 2018. A programação inclui performances, oficinas e palestras.

Google lança o modelo de IA "AlphaEarth Foundations" para mapear mudanças climáticas, em parceria com o Google Earth Engine, beneficiando iniciativas como MapBiomas e Global Ecosystems Atlas. A tecnologia promete revolucionar o monitoramento ambiental.

Estudo revela que sinais de aquecimento global poderiam ter sido detectados em 1885, antes da popularização dos carros a gasolina, evidenciando a interferência humana no clima desde a Revolução Industrial. Pesquisadores do Laboratório Nacional Lawrence Livermore e instituições como o MIT simulam monitoramento atmosférico, identificando resfriamento na estratosfera devido ao aumento de CO₂. Alertam que mudanças climáticas intensas devem ocorrer nos próximos anos se não houver redução no uso de combustíveis fósseis.

Estudo da Embrapa revela que o trigo brasileiro tem pegada de carbono inferior à média global, destacando práticas sustentáveis que reduzem impactos ambientais na produção agrícola. Essa conquista demonstra a capacidade do Brasil em aliar produtividade e responsabilidade ambiental.

Estudo revela que as geleiras do mundo continuarão a derreter, mesmo com ações climáticas. Limitar o aquecimento a 1,5 °C pode preservar o dobro do gelo em um milênio, evitando consequências severas.

Pesquisadores da FMUSP revelam que a poluição do ar e as mudanças climáticas aumentam riscos de parto prematuro e problemas de saúde a longo prazo em crianças, além de encurtar telômeros em fetos. A pesquisa, que revisou 86 estudos recentes, destaca que a exposição a poluentes compromete a saúde materna e fetal, elevando a chance de complicações como diabetes gestacional e restrição de crescimento intrauterino.