Uma onça-pintada foi avistada em um condomínio de luxo em Ji-Paraná, levando autoridades a mobilizarem uma força-tarefa para proteger o animal e a população local. O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) está atuando para monitorar a situação e resgatar filhotes em cativeiro.

A diminuição das áreas verdes, especialmente na Amazônia, tem forçado animais como a onça-pintada a buscar alimento em áreas urbanas. Recentemente, uma fêmea da espécie foi registrada por câmeras de segurança em um condomínio de luxo em Ji-Paraná, próximo ao rio Urupá. As imagens mostram a onça rondando o portão principal do local, mas ela acabou se afastando sem incidentes.
A situação gerou preocupação entre as autoridades ambientais, que iniciaram uma força-tarefa para proteger tanto o animal quanto a população local. O Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), de Porto Velho, foi acionado para fornecer apoio técnico nas ações de monitoramento e resgate.
O condomínio está situado perto de uma área de mata ciliar, o que aumenta a probabilidade de avistamentos de onças. Este ano, foram registrados pelo menos quatorze avistamentos da espécie em áreas urbanas, um número que pode ser ainda maior, considerando que muitos casos não chegam à mídia. A onça-pintada é uma espécie vulnerável, protegida por lei, e sua caça é considerada crime, com penas que podem chegar a um ano de prisão e multas.
A mobilização das autoridades visa evitar acidentes que possam ocorrer devido ao encontro entre o animal e pessoas. Além disso, frequentemente, filhotes de onças são capturados e mantidos em cativeiro, muitas vezes em condições inadequadas. Recentemente, o Cetas resgatou um filhote de quatro meses em uma chácara em Roraima, que estava acorrentado e apresentava ferimentos.
Após os devidos cuidados veterinários, o filhote será reintroduzido em seu habitat natural. A situação das onças-pintadas é um reflexo da crescente perda de habitat, que força esses animais a se deslocarem para áreas urbanas em busca de alimento e abrigo.
É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem a proteção da fauna silvestre e a preservação dos habitats naturais. A união em torno de projetos que promovam a conservação pode fazer a diferença na proteção dessas espécies ameaçadas e na segurança das comunidades afetadas.

Retirada de 40 mil toneladas de lixo no córrego Santa Bárbara, em Padre Bernardo (GO), começa em 21 de julho e deve durar 45 dias, com armazenamento provisório no aterro até definição do destino final pelo ICMbio.

A produção de concreto no Brasil gera 6,4% das emissões de gases do efeito estufa, e a falta de separação de resíduos da construção civil limita a reciclagem a apenas 30%. Jundiaí é um exemplo positivo de gestão.
Um levantamento recente indica que 282 mil quilômetros quadrados no Brasil, principalmente na Bahia, Pernambuco, Paraíba e Piauí, enfrentam aridez permanente, exigindo ações imediatas contra a crise climática. Especialistas alertam que a mudança no clima afeta chuvas, acesso à água, produção de alimentos e geração de energia, com riscos crescentes de escassez. Medidas urgentes são necessárias para mitigar os impactos e restaurar áreas degradadas.

A doença da folha da faia, detectada em 2012, já devastou 30% das faias nativas nos EUA, levando a pesquisas sobre tratamentos e manejo, enquanto especialistas alertam para a urgência da situação.

Pesquisadores da Coppe alertam que, até 2100, o mar pode avançar mais de 100 metros na costa do Rio de Janeiro, com um aumento do nível do mar de 0,78 metro, intensificando a erosão e inundações.

A Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, passou por uma revitalização que melhorou a qualidade da água e atraiu fauna nativa, mas também gerou conflitos entre moradores e novos empreendimentos. A transformação do espaço, marcada por iniciativas de recuperação ambiental e aumento do turismo, trouxe desafios como poluição e barulho, exigindo um equilíbrio entre lazer e respeito ao entorno.