Uma nova operação da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) removeu mais de sete quilômetros de cercamento irregular em área de preservação permanente no Núcleo Rural Monjolo. A ação, realizada em 6 de agosto, visou impedir a consolidação de loteamentos ilegais, utilizando tecnologias como drones e georreferenciamento para monitoramento. Grileiros haviam cercado a área, que é restrita a construções urbanas e parcelamentos residenciais.

Menos de um mês após a última ação no Núcleo Rural Monjolo, a Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal) realizou uma nova operação nas chácaras 17/18, localizadas no Recanto das Emas. A equipe de fiscalização removeu mais de sete quilômetros de cercamento irregular, que havia sido instalado por grileiros que tentavam vender lotes em uma área de preservação permanente.
A operação ocorreu no dia seis de agosto e visou impedir a consolidação de um loteamento irregular em estágio inicial. A área em questão, situada às margens de um córrego, não permite construções urbanas nem parcelamentos para fins residenciais. A fiscalização foi intensificada devido ao retorno das cercas de arame farpado, que caracterizavam a ação ilegal.
O monitoramento da região contou com o uso de tecnologias avançadas, como drones, imagens de satélite e sistemas de georreferenciamento. Essas ferramentas foram essenciais para a identificação dos responsáveis pelas irregularidades e para garantir a efetividade da ação de fiscalização.
As operações de fiscalização em áreas rurais têm sido uma prioridade para o DF Legal, que já havia realizado ações anteriores para coibir irregularidades. A continuidade dessas ações demonstra o compromisso do governo em proteger as áreas de preservação e garantir o cumprimento da legislação ambiental.
Além da remoção do cercamento, a operação também busca conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e a legalidade das construções. A atuação do DF Legal é fundamental para evitar que áreas de proteção sejam transformadas em loteamentos irregulares, o que pode causar danos irreparáveis ao meio ambiente.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo a conscientização e o apoio a iniciativas que visem a preservação ambiental e o respeito às leis urbanísticas. Projetos que incentivem a proteção das áreas de preservação são essenciais para garantir um futuro sustentável para todos.
O Ministério do Meio Ambiente criticou o Projeto de Lei 2.159/2021, que altera o licenciamento ambiental, alegando riscos à segurança ambiental e violação de direitos constitucionais. A proposta, que tramita há mais de 20 anos, pode desburocratizar processos, mas ambientalistas alertam para possíveis danos a comunidades tradicionais e à gestão socioambiental.

Indígenas de doze etnias buscam apoio em Brasília contra rodovias na Amazônia. Representantes de povos Ashaninka e Yawanawá alertam sobre impactos ambientais e sociais.

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Líderes católicos entregaram um "chamado por justiça climática" ao Papa Leão 14, criticando o "capitalismo verde" e exigindo que países ricos paguem sua dívida ecológica na COP30 em Belém. A mensagem destaca a necessidade de uma transição energética justa e rechaça soluções que mercantilizam a natureza.

O governo federal revelará até julho o Plano de implementação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que regulará o mercado de carbono no Brasil. A subsecretária Cristina Reis destacou a importância do plano para a redução de emissões e a criação de um órgão gestor provisório. A iniciativa foi apresentada durante o seminário “COP30 Transição Energética e Mercado de Carbono”, promovido por veículos de comunicação e com apoio de grandes empresas.

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