O padre Márlon Múcio, de 51 anos, está internado na UTI em São José dos Campos devido a complicações de saúde relacionadas à sua doença rara, a DTR. Ele enfrenta uma infecção urinária que agravou seu quadro, mas está respondendo bem ao tratamento. A comunidade religiosa se mobiliza em orações por sua recuperação.

O padre Márlon Múcio, de 51 anos, está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em São José dos Campos, São Paulo, devido a complicações de saúde relacionadas à sua condição rara, a Deficiência do Transportador de Riboflavina (DTR). Ele foi hospitalizado há quase quinze dias, inicialmente com um quadro grave, mas atualmente apresenta uma resposta positiva ao tratamento, embora ainda não haja previsão de alta.
A internação de Márlon foi motivada por uma infecção urinária que resultou em lesões agudas nos rins e inflamação da próstata. Além disso, o padre apresentou sinais de anemia. A infecção agravou os sintomas da DTR, que já eram intensos, conforme relato do próprio religioso em suas redes sociais. A comunidade de fiéis e colegas religiosos se mobiliza em uma corrente de oração pela sua recuperação.
O padre Múcio, que já passou por quase cem médicos e recebeu seis diagnósticos errôneos antes de descobrir sua doença em 2019, descreve sua condição como neurodegenerativa, incurável e progressiva. Ele relatou que, apesar das dores intensas e da dependência de morfina, mantém sua parte cognitiva intacta e vive sua vida com fé e bom humor.
Com a DTR, que afeta uma em cada um milhão de pessoas, Márlon precisa tomar 281 comprimidos diariamente. Os sintomas incluem fraqueza muscular, dificuldades de equilíbrio e movimentos involuntários dos olhos. Essa condição é causada por uma alteração genética que resulta na falta de riboflavina intracelular, essencial para o funcionamento adequado do metabolismo.
O padre compartilhou que os primeiros sintomas da DTR apareceram quando ele ainda era criança, incluindo a perda auditiva aos sete anos e cansaço ao mastigar aos quatorze. Apesar das limitações, ele sempre buscou levar uma vida normal. A DTR é uma condição rara, com apenas 300 casos diagnosticados no mundo, sendo nove no Brasil, segundo a Cure RTD Foundation.
Neste momento delicado, a união da comunidade pode fazer a diferença na vida de Márlon e de outros que enfrentam desafios semelhantes. Projetos de apoio e solidariedade são fundamentais para ajudar na recuperação e no tratamento de pessoas com doenças raras, como a DTR, e podem trazer esperança e alívio para muitos.

A partir de 1º de setembro, planos de saúde no Brasil devem cobrir o implante contraceptivo Implanon para mulheres de 18 a 49 anos, após sua inclusão no SUS. A medida, aprovada pela ANS, visa garantir acesso a métodos contraceptivos eficazes.

A microbiota intestinal impacta emoções e saúde mental, ligando-se a transtornos. Estudos mostram que desequilíbrios na microbiota podem levar a problemas como depressão e ansiedade.

Uma nova terapia com células-tronco, Zimislecel, demonstrou resultados promissores no tratamento do diabetes tipo 1, com dez dos doze pacientes deixando de usar insulina após um ano. O estudo, liderado pela Vertex Pharmaceuticals, indica um avanço significativo na busca por uma "cura funcional", com pacientes apresentando controle glicêmico melhorado e redução de complicações. A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine, pode abrir caminho para a aprovação pelo FDA em cinco anos.
Cresce o número de gestações em mulheres acima dos 40 anos no Brasil, com aumento de 59,98% entre 2010 e 2022, segundo o IBGE. Especialistas alertam para riscos e a necessidade de acompanhamento médico rigoroso.

O Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB) lançou uma campanha de vacinação contra a influenza, disponível para todos a partir de seis meses. A vacinação ocorre de segunda a sexta-feira, enquanto houver doses. É necessário apresentar documento de identificação e cartão de vacinação. A campanha visa proteger especialmente crianças e idosos, que são mais vulneráveis à doença.

A infecção pelo HIV pode ser assintomática no início, mas a janela imunológica é crucial para a transmissão. O SUS oferece Terapia Antirretroviral (TAR) gratuita para controle da doença.