A perereca-da-fruta (Xenohyla truncata), espécie ameaçada, foi avistada na APA Maricá, destacando-se como polinizadora e dispersora de sementes, durante o Programa Vem Sapear, coordenado por Rafael Mattos.

Recentemente, a perereca-da-fruta (Xenohyla truncata), uma espécie ameaçada de extinção, foi registrada na Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O registro ocorreu no dia 12 de abril e foi realizado pelo cientista ambiental Rafael Mattos, servidor da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, durante o Programa Vem Sapear.
Essa espécie, que se destaca pela sua coloração vibrante, é endêmica das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Além de sua aparência marcante, a perereca-da-fruta desempenha um papel ecológico significativo, alimentando-se de frutos e contribuindo para a dispersão de sementes.
Uma descoberta recente também a posiciona como o primeiro anfíbio com potencial de polinização no mundo. Essa característica a torna ainda mais importante para o equilíbrio dos ecossistemas em que habita, ressaltando a necessidade de sua preservação.
O Programa Vem Sapear tem como objetivo promover a observação de répteis e anfíbios, além de sensibilizar o público sobre a importância da conservação ambiental. A iniciativa busca desmistificar as espécies observadas e engajar a sociedade na proteção da biodiversidade local.
A presença da perereca-da-fruta na APA Maricá é um indicativo positivo para a conservação da espécie, mas também evidencia a fragilidade dos ecossistemas de restingas. A proteção dessas áreas é crucial para garantir a sobrevivência de espécies ameaçadas e a manutenção da biodiversidade.
Iniciativas como a do Programa Vem Sapear são essenciais para fomentar a conscientização ambiental. A união da sociedade pode ser um fator decisivo para a proteção de espécies ameaçadas, como a perereca-da-fruta, e para a promoção de projetos que visem a conservação da natureza.

Brigadistas voluntários no Distrito Federal enfrentam incêndios florestais crescentes, com 18.794 ocorrências em 2023, destacando a urgência da preservação ambiental e a saúde mental dos envolvidos. Esses heróis anônimos, como Lucas Queiroz e Raquel Noronha, dedicam-se incansavelmente ao combate ao fogo, enfrentando condições extremas e sem remuneração, enquanto a educação ambiental se torna essencial na prevenção de queimadas.

Tapetes de Corpus Christi no Santuário Cristo Redentor foram feitos com tampinhas de garrafa trituradas, promovendo sustentabilidade e celebrando a década da Carta Encíclica Laudato Si’ do Papa Francisco. A iniciativa, liderada pelo Consórcio Cristo Sustentável, envolveu cerca de 400 quilos de tampinhas coletadas por voluntários, unindo fé, arte e consciência ambiental.

O projeto Fauna Ameaçada entrega 480 câmeras para monitoramento da fauna no Rio de Janeiro, visando atualizar a lista de espécies ameaçadas e aprimorar a conservação ambiental. A iniciativa é crucial para combater a defasagem de 27 anos nos estudos sobre biodiversidade.

Ibama apreende embarcação por pesca ilegal de tainha na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, autuando o responsável e doando o pescado a instituições sociais. A operação visa proteger a espécie em seu ciclo reprodutivo.

A Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais enfrenta desafios com o aumento de visitantes e a pressão urbana. A nova Lei do Mar busca fortalecer a gestão ambiental e a governança marinha. Em 2023, a região recebeu 368 mil turistas, intensificando a especulação imobiliária e a degradação ambiental. A aprovação da Lei do Mar, que aguarda sanção, é um passo importante para a preservação e gestão sustentável dos recursos naturais.

Um tamanduá-bandeira, espécie ameaçada de extinção, foi atropelado em Sobradinho e resgatado pela Polícia Militar Ambiental. O animal, ferido mas com sinais vitais, recebe atendimento no Hospital Veterinário da Fauna Silvestre.