Pesquisadores do Observatório da Torre Alta da Amazônia detectaram poeira do Saara na Amazônia, com concentrações de até 20 μg/m³, cinco vezes acima da média. O fenômeno pode impactar a fertilidade do solo e a formação de nuvens.

Pesquisadores identificaram a presença de poeira do deserto do Saara na Amazônia, com partículas que percorreram mais de cinco mil quilômetros, impulsionadas por ventos. O Observatório da Torre Alta da Amazônia (ATTO), que possui uma estação de pesquisa na floresta, registrou três episódios de poeira entre janeiro e março deste ano. As concentrações de partículas (PM2.5) chegaram a 20 microgramas por metro cúbico, cinco vezes superior à média da estação chuvosa, que é de apenas 4 microgramas por metro cúbico.
Os episódios de poeira foram detectados entre 13 e 18 de janeiro, 31 de janeiro e 3 de fevereiro, e 26 de fevereiro e 3 de março. A poeira viaja entre dois e cinco quilômetros de altitude, sendo transportada por ventos fortes e secos que atuam sobre o Saara. Este fenômeno ocorre quando a Zona de Convergência Intertropical se desloca para o sul, o que é comum durante o verão do hemisfério sul.
O tempo de transporte das partículas varia de sete a quatorze dias, dependendo da velocidade dos ventos. Os cientistas ainda estão investigando os efeitos diretos da poeira na Amazônia, mas já é sabido que ela influencia a fertilidade do solo e a formação de nuvens, o que pode ter implicações significativas para o ecossistema local.
A detecção de poeira do Saara na Amazônia não é um fenômeno novo, mas os dados recentes ressaltam a importância de monitorar a qualidade do ar e os impactos ambientais. A pesquisa contínua é essencial para entender melhor como esses eventos afetam a biodiversidade e o clima da região.
Além disso, a presença de partículas do Saara pode ter efeitos diretos sobre a agricultura e a saúde pública, uma vez que a qualidade do ar pode influenciar a saúde das populações locais. A conscientização sobre esses fenômenos é crucial para o desenvolvimento de estratégias de mitigação e adaptação.
Nesta situação, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a pesquisa e a preservação do meio ambiente. Projetos que visem a proteção da Amazônia e a promoção da saúde pública podem se beneficiar do apoio coletivo, contribuindo para um futuro mais sustentável e saudável para todos.

Dezenas de tubarões galha-preta, ameaçados de extinção, foram avistados na Enseada de Piraquara de Fora, em Angra dos Reis, com fêmeas grávidas, destacando a importância da área para a reprodução da espécie. O fenômeno, monitorado desde 2016, não representa risco aos banhistas e reforça a necessidade de conservação do ecossistema marinho local.

O governo brasileiro apresenta o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), que visa mobilizar US$ 125 bilhões para preservar florestas tropicais, com pagamentos por hectare preservado. A iniciativa, a ser lançada na COP30, promete autossustentabilidade e flexibilidade no uso dos recursos, beneficiando mais de 70 países.

A Stellantis inaugurou o Centro de Desmontagem Veicular Circular AutoPeças em Osasco, com investimento de R$ 13 milhões, visando reciclar 8.000 carros anualmente e gerar 150 empregos. A iniciativa se alinha ao programa Mover, que oferece incentivos fiscais para a reciclagem no Brasil.

A Funarj inicia o programa Eco Funarj com a instalação de cinco estações de energia solar no Teatro Mário Lago, promovendo sustentabilidade em teatros públicos. A inauguração será em 26 de outubro, com show de Sandra Sá.

O desmatamento na Amazônia aumentou 92% em maio de 2025, com 960 km² devastados, sendo 51% devido a queimadas, revelando uma nova realidade climática alarmante. O ministro João Paulo Capobianco destaca que a situação é crítica e reflete o impacto das mudanças climáticas.

Startups Solos e So+ma se uniram à Heineken para promover a reciclagem de garrafas de vidro na Bahia, visando a circularidade total até 2028. A parceria conecta consumidores e catadores, ampliando o impacto sustentável.