Prefeitura de São Paulo, sob gestão de Ricardo Nunes (MDB), planeja ampliar parcerias com escolas privadas para melhorar a educação municipal a partir de 2026. A iniciativa visa replicar o modelo do Liceu Coração de Jesus, que já apresenta resultados positivos.

A gestão de Ricardo Nunes (MDB) anunciou planos para expandir parcerias com escolas privadas, visando atender alunos da rede municipal. A prefeitura realizará um chamamento público para instituições sem fins lucrativos ainda este ano, com a intenção de implementar essa nova política em 2026. O modelo será inspirado na parceria com o Liceu Coração de Jesus, que desde 2023 recebe alunos da rede pública, com repasses mensais da prefeitura conforme o número de estudantes atendidos.
O secretário municipal de Educação, Fernando Padula, destacou que essa iniciativa não representa uma privatização do ensino, mas sim uma busca por alternativas para melhorar os resultados educacionais. Ele reconheceu que os índices de aprendizagem na rede pública são insatisfatórios e defendeu a experiência como um método válido para testar novas abordagens. Padula enfatizou que a parceria deve seguir as regras do governo, com monitoramento e avaliação constantes.
A parceria com o Liceu começou em 2023, quando a escola passou a atender 575 alunos da rede pública. A gestão e o ensino são de responsabilidade da instituição, que deve prestar contas à prefeitura sobre os custos. O Liceu, que já enfrentou dificuldades financeiras, obteve resultados positivos na Prova São Paulo, com uma pontuação de 152, em comparação aos 142 pontos das escolas públicas. O menor índice de faltas de professores na escola foi apontado como um dos fatores para esse desempenho.
Atualmente, a prefeitura paga R$ 472 mil mensais ao Liceu. A ampliação das parcerias será restrita a entidades sem fins lucrativos, como colégios renomados na cidade. A ideia é iniciar um projeto piloto com até cinco escolas. Padula argumentou que a busca por alternativas é necessária devido à falta de equidade no acesso à educação de qualidade para todos os paulistanos.
Além das parcerias, a gestão Nunes planeja identificar as cinquenta escolas com maiores problemas pedagógicos e oferecer suporte adicional, incluindo formação para docentes e supervisão mais rigorosa. A ampliação do ensino integral será priorizada, especialmente para crianças de quatro e cinco anos, e nos primeiros anos do ensino fundamental. A secretária executiva pedagógica, Maria Silvia Bacila, destacou a importância de uma abordagem orgânica para essa expansão.
Com a nova gestão, as metas educacionais foram alteradas, visando alcançar setenta por cento de alfabetização na idade certa até 2028. A prefeitura também firmou uma parceria com a Universidade de São Paulo (USP) para identificar áreas de vulnerabilidade social e cruzar esses dados com informações pedagógicas. Em um cenário onde a educação enfrenta desafios, a união da sociedade pode ser fundamental para impulsionar iniciativas que promovam melhorias significativas.

Estudantes e pesquisadores brasileiros enfrentam desafios com a suspensão de vistos dos EUA. Lorena Souza, bolsista da Nasa, e Luiz Gustavo Pimenta Martins, ex-pesquisador em Harvard, exemplificam essa realidade. A Fapesp oferece 40 bolsas para atrair talentos, destacando a necessidade de investimento em ciência.

A Comissão de Educação do Senado aprovou projeto que proíbe discriminação entre alunos bolsistas e pagantes em escolas privadas, promovendo igualdade e integração. A proposta segue para a Câmara dos Deputados.

O Brasil pode enfrentar um apagão de livros didáticos em 2026 devido à falta de verba, com apenas obras de português e matemática adquiridas para o ensino fundamental. O orçamento do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) é insuficiente, necessitando de R$ 1,5 bilhão a mais.

O Ministério da Educação lançou o programa Na Ponta do Lápis, que visa ensinar educação financeira a estudantes do ensino fundamental e médio, com adesão voluntária de estados e municípios. A meta é impactar 30 milhões de alunos e dois milhões de professores, oferecendo formação e apoio técnico.

Os resultados do Programa Universidade Para Todos (Prouni) serão divulgados em 7 de outubro de 2025, com mais de 211 mil bolsas disponíveis em 887 instituições. A iniciativa visa ampliar o acesso ao ensino superior.

Governo de São Paulo investe R$ 300 milhões para climatizar 1.056 escolas, visando melhorar o desempenho escolar e priorizando regiões mais quentes até 2027.