Prefeitura do Rio e ICMBio firmam parceria para revitalizar o Parque Nacional da Tijuca, com foco em segurança, infraestrutura e conservação. Iniciativas incluem asfalto, aumento de guardas e melhorias na drenagem.

A Prefeitura do Rio de Janeiro e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) firmaram um novo acordo de cooperação para implementar melhorias no Parque Nacional da Tijuca. O prefeito Eduardo Paes e o presidente do ICMBio, Mauro Pires, se reuniram recentemente para discutir ações que visam aprimorar a infraestrutura e a segurança do parque, um dos mais importantes patrimônios ambientais e culturais da cidade.
Entre as principais iniciativas estão a instalação de asfalto novo nas vias internas, o aumento do número de guardas municipais e o reforço das ações da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) dentro do parque. Essas medidas têm como objetivo proporcionar uma experiência mais segura e agradável tanto para os cariocas quanto para os turistas que visitam a área.
Além dessas ações, o encontro também abordou a melhoria da sinalização do trânsito, a vistoria de encostas e morros, e obras de drenagem. Essas intervenções são essenciais para garantir a conservação e proteção do patrimônio histórico e ambiental presente no Parque Nacional da Tijuca, que abriga uma rica biodiversidade e é um espaço de lazer para a população.
O acordo de cooperação entre a Prefeitura e o ICMBio já foi estabelecido anteriormente, entre os anos de 2009 e 2011, e agora retorna com novas propostas e um foco renovado na preservação e valorização do parque. A colaboração entre as instituições é fundamental para o sucesso das ações planejadas.
As melhorias no Parque Nacional da Tijuca são um passo importante para a promoção do turismo sustentável e para a valorização do espaço como um local de convivência e lazer. A implementação dessas ações depende do engajamento da sociedade civil e do apoio de iniciativas que visem a preservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida na cidade.
Com a união de esforços, é possível transformar o Parque Nacional da Tijuca em um exemplo de conservação e cuidado com o meio ambiente. Projetos que busquem apoiar essa causa podem fazer a diferença na preservação desse importante patrimônio natural, beneficiando tanto a comunidade local quanto os visitantes.

Um ataque fatal de onça-pintada no Mato Grosso do Sul resultou na morte do caseiro Jorge Avalo, gerando preocupações sobre a segurança em áreas próximas ao habitat do animal. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) recomenda cuidados ao interagir com onças, destacando a influência da alimentação humana na agressividade dos animais.

A Geomit, joint venture da Mitsui Gás e Energia do Brasil e da Geo biogas & carbon, firmou um memorando com a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool para construir uma planta de biogás em Uberaba (MG). O projeto utilizará resíduos da cana-de-açúcar, como vinhaça e bagaço, para produzir biometano, contribuindo para a sustentabilidade e o escoamento do gás renovável na região.

Uma expedição do ICMBio ao Arquipélago de Martim Vaz, a 1.200 km de Vitória, revelou mais de 100 espécies de peixes e seis de corais, além de investigar um possível novo peixe em águas profundas. A pesquisa, realizada em 17 dias, destaca a importância da preservação desse ecossistema intocado.

Novo relatório da ONU revela que a seca extrema na Amazônia entre 2023 e 2024 é uma das mais severas já registradas, impactando ecossistemas e comunidades ribeirinhas, além de afetar o comércio global. A estiagem causou a morte de animais e comprometeu o abastecimento de água, evidenciando a urgência de ação diante das mudanças climáticas.
Estudo recente aponta que a taxa de extinção de espécies aumentou em trinta por cento nos últimos cinco anos, evidenciando a necessidade urgente de ações globais contra as mudanças climáticas.

Um filhote de rolinha-do-planalto nasceu em cativeiro pela primeira vez no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, como parte de um projeto de conservação da espécie criticamente ameaçada. A iniciativa, que envolve parcerias com a Save Brasil e o ICMBio, visa garantir a sobrevivência da ave, que possui apenas cerca de 20 indivíduos na natureza. O sucesso da reprodução em cativeiro representa um avanço significativo para o manejo da espécie e a possibilidade de reintrodução no habitat natural.