O Projeto Tubarões da Baía da Ilha Grande recebeu R$ 5 milhões do Programa Petrobras Socioambiental para expandir pesquisas e ecoturismo sustentável. A iniciativa, coordenada pelo Ibracon, monitora espécies ameaçadas como o tubarão galha-preta.

O Projeto Tubarões da Baía da Ilha Grande, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Conservação da Natureza (Ibracon), recebeu um investimento de R$ 5 milhões do Programa Petrobras Socioambiental. Esse aporte assegura a continuidade e a expansão das pesquisas sobre tubarões ameaçados na região, além de promover novas iniciativas de ecoturismo sustentável nos próximos três anos.
Desde seu início, o projeto já realizou três anos de expedições embarcadas, utilizando tecnologias avançadas como drones e câmeras subaquáticas. O apoio científico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) tem sido fundamental para o desenvolvimento das atividades de monitoramento das espécies.
Entre os tubarões monitorados estão o tubarão galha-preta, o mangona e o tubarão-martelo. Essas espécies, registradas nas águas do litoral fluminense, são consideradas não perigosas para os seres humanos, não havendo histórico de incidentes na Baía da Ilha Grande.
Com o novo financiamento, o projeto poderá ampliar suas ações de divulgação científica e engajamento social, promovendo uma maior conscientização sobre a importância da conservação marinha. A iniciativa visa não apenas proteger as espécies ameaçadas, mas também envolver a comunidade local nas atividades de preservação.
A conservação dos tubarões é crucial para a saúde dos ecossistemas marinhos, e o apoio da sociedade é essencial para garantir o sucesso de projetos como este. A participação da população pode fazer a diferença na proteção das espécies e na promoção de um turismo sustentável na região.
Iniciativas como o Projeto Tubarões da Baía da Ilha Grande merecem ser apoiadas e divulgadas. A união da sociedade civil pode fortalecer ações que visam a preservação do meio ambiente e a promoção do ecoturismo, beneficiando tanto a fauna local quanto a economia da região.

Desmatamento na Amazônia aumentou 55% em abril de 2025, com 270 km² devastados. O governo Lula discute ações para reverter a situação, que é considerada sob controle, apesar do alerta.

A prefeitura de Niterói finaliza o projeto do Parque Lagoa de Itaipu, com previsão de conclusão em dois anos, visando requalificação urbana e ambiental da região. O parque contará com ciclovias, jardins filtrantes e áreas de contemplação, promovendo infraestrutura verde e mobilidade ativa. A vice-prefeita Isabel Swan destaca que o projeto busca recuperar o ecossistema local e melhorar a qualidade de vida da população.

Entre 5 e 11 de maio de 2025, o Brasil enfrentará chuvas intensas e temperaturas elevadas, com riscos de temporais e granizo no Rio Grande do Sul. A MetSul alerta para acumulados de até 200% da média mensal.

A palmeira-bambu é uma solução natural eficaz para purificar o ar e controlar a umidade em ambientes internos, contribuindo para a saúde e bem-estar. Essa planta tropical, de fácil manutenção, filtra poluentes como formaldeído e benzeno, além de prevenir mofo, tornando-se um aliado essencial em residências e escritórios.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional reconheceu a emergência em Ibirajuba e Casinhas, permitindo acesso a recursos federais para enfrentar a estiagem. As prefeituras podem solicitar ajuda para ações de defesa civil.

A partir de 1º de agosto, a mistura obrigatória de etanol na gasolina aumentará para 30% e a de biodiesel no diesel para 15%, decisão unânime do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). A Petrobras manifestou resistência, temendo perda de mercado, enquanto o governo espera que a medida reduza os preços dos combustíveis e, consequentemente, dos alimentos.