O Projeto Tubarões da Baía da Ilha Grande recebeu R$ 5 milhões do Programa Petrobras Socioambiental para expandir pesquisas e ecoturismo sustentável. A iniciativa, coordenada pelo Ibracon, monitora espécies ameaçadas como o tubarão galha-preta.
O Projeto Tubarões da Baía da Ilha Grande, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Conservação da Natureza (Ibracon), recebeu um investimento de R$ 5 milhões do Programa Petrobras Socioambiental. Esse aporte assegura a continuidade e a expansão das pesquisas sobre tubarões ameaçados na região, além de promover novas iniciativas de ecoturismo sustentável nos próximos três anos.
Desde seu início, o projeto já realizou três anos de expedições embarcadas, utilizando tecnologias avançadas como drones e câmeras subaquáticas. O apoio científico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) tem sido fundamental para o desenvolvimento das atividades de monitoramento das espécies.
Entre os tubarões monitorados estão o tubarão galha-preta, o mangona e o tubarão-martelo. Essas espécies, registradas nas águas do litoral fluminense, são consideradas não perigosas para os seres humanos, não havendo histórico de incidentes na Baía da Ilha Grande.
Com o novo financiamento, o projeto poderá ampliar suas ações de divulgação científica e engajamento social, promovendo uma maior conscientização sobre a importância da conservação marinha. A iniciativa visa não apenas proteger as espécies ameaçadas, mas também envolver a comunidade local nas atividades de preservação.
A conservação dos tubarões é crucial para a saúde dos ecossistemas marinhos, e o apoio da sociedade é essencial para garantir o sucesso de projetos como este. A participação da população pode fazer a diferença na proteção das espécies e na promoção de um turismo sustentável na região.
Iniciativas como o Projeto Tubarões da Baía da Ilha Grande merecem ser apoiadas e divulgadas. A união da sociedade civil pode fortalecer ações que visam a preservação do meio ambiente e a promoção do ecoturismo, beneficiando tanto a fauna local quanto a economia da região.
Recentes alagamentos em Paraty, a "Veneza brasileira", surpreenderam moradores e turistas, com ruas inundadas até mesmo fora do centro histórico. A prefeitura investiga a situação, enquanto a elevação do nível do mar se intensifica.
A captura de carbono avança no Brasil com projetos inovadores, como o da Repsol Sinopec e a usina FS, que visa ser a primeira com pegada de carbono negativa. A Islândia também se destaca com a maior unidade do mundo.
A Rio Climate Action Week, de 23 a 29 de agosto, abordará a atuação do Legislativo na crise climática, destacando preocupações com a nova lei de licenciamento ambiental e a exclusão do setor agropecuário do mercado de carbono.
A Universidade de São Paulo (USP) iniciou a demolição do muro de alvenaria que separa a Cidade Universitária da Marginal Pinheiros para expandir um corredor verde. A intervenção, que visa beneficiar a fauna e melhorar o paisagismo, deve ser concluída até 13 de julho.
Ativistas e indígenas protestam em Brasília por uma transição energética justa na COP30. Durante o ato, uma faixa de 30 metros e painéis solares foram levados ao Itamaraty, destacando a urgência de ouvir os povos originários nas negociações climáticas. A COP30, que ocorrerá em Belém, abordará temas cruciais como justiça climática e financiamento ambiental.
A ativista Orsola de Castro propõe uma mudança radical no consumo de moda, sugerindo a compra de apenas três peças novas por ano e a valorização do conserto. Essa iniciativa visa reduzir o impacto ambiental da indústria, que gera enormes quantidades de resíduos e emissões.