Representantes de 184 países tentam, em Genebra, elaborar um tratado internacional contra a poluição por plásticos após rejeição de proposta considerada "inaceitável". A Suíça sugere focar em três temas principais.

Representantes de 184 países se reuniram nesta quinta-feira, 14 de agosto, em Genebra, para discutir a elaboração do primeiro tratado internacional contra a poluição por plásticos. O encontro ocorre após a rejeição de um projeto de acordo na quarta-feira, que foi considerado por muitos como "desequilibrado" e "inaceitável". Apenas a Índia aceitou o texto como base de discussão, enquanto a Colômbia e outros países, como Chile e México, se manifestaram em busca de um documento mais ambicioso.
A ministra francesa da Transição Ecológica, Agnès Pannier-Runacher, afirmou que é viável criar um texto de dez páginas mais equilibrado. A expectativa é que um novo texto seja apresentado ainda nesta quinta-feira, com o prazo para as negociações se estendendo até a meia-noite, podendo ser prorrogado até sexta-feira, caso haja progresso nas discussões.
Desde 2022, os países tentam elaborar um acordo "juridicamente vinculante" que aborde a poluição por plásticos, especialmente no mar. No entanto, a pressão da indústria petroquímica tem dificultado a elaboração de um consenso. A produção de plásticos aumentou significativamente desde o ano 2000, e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê que a produção anual de plásticos triplicará até 2060, caso não sejam tomadas medidas efetivas.
O projeto de tratado apresentado anteriormente foi criticado por David Azoulay, da ONG CIEL, que afirmou que o texto "garantia apenas que nada iria mudar". A falta de um espaço de cooperação internacional e a delegação de responsabilidades ao nível nacional foram apontadas como falhas graves. Especialistas alertam que a adoção de um tratado insatisfatório ou a ausência de um acordo podem ter consequências desastrosas para a saúde humana e o meio ambiente.
As reuniões regionais e de coalizões foram organizadas na manhã desta quinta-feira, com o objetivo de buscar um consenso. O ministro suíço do Meio Ambiente, Albert Rösti, destacou que a falta de resultados nas negociações seria um resultado "grave" e "inaceitável". A Suíça, como país anfitrião, propôs que o novo texto se concentre em três temas principais: avanços na produção, monitoramento de produtos plásticos problemáticos e um mecanismo de financiamento para países em desenvolvimento.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se mobilize em apoio a iniciativas que visem combater a poluição por plásticos. Projetos que promovam a conscientização e a ação coletiva podem fazer a diferença na luta contra esse problema global, ajudando a garantir um futuro mais sustentável para as próximas gerações.

O governo de São Paulo planeja leiloar em setembro de 2026 os primeiros contratos do programa Integra Resíduos, com doze consórcios municipais já aderidos. A iniciativa visa otimizar a gestão de resíduos sólidos no estado.

Em 2024, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) do Brasil estabeleceu protocolos para medir danos climáticos, com um custo mínimo de US$ 5 por tonelada de CO₂. O Ministério Público Federal já iniciou ações contra desmatadores.

Chuvas intensas e riscos de alagamentos afetam 18 estados brasileiros. O Inmet alerta para precipitações de até 100 mm/dia e ventos fortes. A população deve evitar áreas de risco e seguir orientações de segurança.

Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental, solicita ao presidente Lula que vete o Projeto de Lei 2.159/2021, que altera o licenciamento ambiental, alertando para riscos climáticos e sociais. O PL propõe um licenciamento autodeclaratório, permitindo que empreendedores assumam responsabilidades sem critérios rigorosos, o que pode levar a um retrocesso ambiental e à especulação econômica. A proposta ignora a emergência climática e compromete biomas essenciais, afetando a segurança alimentar e hídrica no Brasil.

Técnicos do Ibama pedem a revogação da nova portaria que regulamenta a pesca do tubarão-azul, alegando riscos à espécie e à política ambiental do Brasil. Críticos temem a extinção da espécie.

Casal encontrou filhote de jaguatirica na GO-112, em Goiás, e biólogo confirma a espécie, alertando sobre sua extinção. É crucial contatar órgãos responsáveis para proteção do animal.