Dezenove bairros do Rio de Janeiro agora contam com 21 novos sensores de qualidade do ar, resultado de uma parceria entre a prefeitura e a Google, visando melhorar o monitoramento ambiental. A iniciativa busca ampliar a cobertura em áreas carentes de dados, com informações em tempo real disponíveis à população.

Dezenove bairros do Rio de Janeiro foram beneficiados com a instalação de 21 novos sensores de qualidade do ar. A iniciativa, resultado de uma parceria entre a prefeitura e a Google, visa melhorar o monitoramento da poluição atmosférica na cidade. Os novos equipamentos estão distribuídos em diversas regiões, com destaque para a Zona Oeste, onde Jacarepaguá e Santa Cruz receberam dois sensores cada. A Zona Norte também foi contemplada, incluindo bairros como Tijuca e Pavuna, enquanto a Zona Sul recebeu sensores na Lagoa e na Rocinha.
Esses sensores foram instalados em áreas que historicamente careciam de dados sobre a qualidade do ar, especialmente nas chamadas zonas cinza. Segundo Tainá de Paula, secretária municipal de Meio Ambiente e Clima, a escolha dos locais levou em consideração a necessidade de ampliar a cobertura e obter um panorama mais abrangente da cidade. A secretária destacou que o acompanhamento da qualidade do ar é uma tendência global, essencial para a saúde pública e a qualidade de vida.
Os dados coletados pelos sensores serão disponibilizados em tempo real à população através do Centro de Operações e Resiliência (COR-Rio). Essa informação permitirá que os cidadãos tomem decisões informadas, como evitar atividades ao ar livre em dias de alta poluição, especialmente para grupos vulneráveis, como crianças e idosos. A iniciativa também busca mapear áreas críticas e rastrear poluentes, contribuindo para a formulação de políticas públicas mais eficazes.
A instalação dos novos sensores foi viabilizada por uma carta de intenções assinada durante o evento Urban 20, realizado em novembro do ano passado. A Google se comprometeu a patrocinar as instalações, sem custos para a prefeitura. Além dos 21 sensores já instalados, outros dez devem ser colocados em funcionamento nos próximos meses, em parceria com a Clean Air Fund e o C40 Cities, que visam combater a poluição atmosférica global.
A ampliação da rede de monitoramento é uma resposta da prefeitura ao impacto da qualidade do ar na saúde da população. Tainá de Paula afirmou que os dados obtidos auxiliarão na criação de um protocolo de qualidade do ar, semelhante aos já existentes para calor e eventos climáticos extremos. A ideia é que a cidade tenha acesso rápido a informações que ajudem a prevenir riscos à saúde pública.
Com a melhoria na coleta de dados sobre a qualidade do ar, a população poderá se engajar em ações que promovam um ambiente mais saudável. Projetos que visem a preservação do meio ambiente e a conscientização sobre a poluição do ar devem ser incentivados pela sociedade civil, contribuindo para um futuro mais sustentável e saudável para todos.

A captura de carbono avança no Brasil com projetos inovadores, como o da Repsol Sinopec e a usina FS, que visa ser a primeira com pegada de carbono negativa. A Islândia também se destaca com a maior unidade do mundo.

Cientistas descobriram que as bactérias Gordonia e Arthrobacter podem degradar plásticos como polipropileno e poliestireno em ambientes não poluídos, oferecendo novas esperanças para a gestão de resíduos. Essa pesquisa destaca o potencial de microrganismos para enfrentar a crescente crise da poluição por plástico, que atinge mais de 460 milhões de toneladas anuais e uma taxa de reciclagem de apenas 9%.

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Em maio de 2025, o Brasil enfrentou chuvas dentro da média no Norte e Nordeste, mas registrou secas extremas no Centro-Oeste e Sudeste, com temperaturas mínimas abaixo de 1°C e até neve no Sul. Eventos climáticos severos impactam a agricultura e a população.

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