A vacinação contra a Covid-19 no Rio de Janeiro avança com novas doses para a variante JN.1, priorizando idosos em instituições de longa permanência. A Secretaria Municipal de Saúde inicia a imunização com 20.700 doses, além de 13.040 da Pfizer Baby para crianças de seis meses a quatro anos. O Dia D de vacinação contra a gripe, com mais de 500 mil doses, ocorrerá no próximo sábado em diversos pontos da cidade.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro anunciou a chegada de 20.700 doses atualizadas da vacina contra a variante JN.1 da Covid-19. A imunização será retomada nesta quarta-feira, priorizando os idosos que residem em instituições de longa permanência. Além disso, foram recebidas 13.040 doses da vacina Pfizer Baby, destinada a crianças de seis meses a quatro anos. A vacinação contra a nova variante visa reduzir o risco de internação e mortalidade pela doença.
Para receber a vacina, é necessário que os indivíduos tenham tomado a dose anterior há pelo menos um ano. Nas próximas semanas, a expectativa é vacinar outros grupos prioritários em 240 salas de vacinação, localizadas em unidades de Atenção Primária e nos Super Centros Cariocas de vacinação, em Botafogo e no ParkShoppingCampoGrande.
Além da vacina contra a Covid-19, a Secretaria destaca a importância de vacinas contra outras doenças, como influenza, febre amarela e sarampo. Recentemente, cidades vizinhas registraram casos dessas doenças, reforçando a necessidade de imunização. No próximo sábado, será realizado o Dia D de vacinação contra a gripe, com mais de 500 mil doses disponíveis.
A imunização ocorrerá das 8h às 17h em todas as salas de vacinação e em pontos de vacinação extras, como praças e escolas. A lista completa dos locais estará disponível no site da Secretaria. Todas as pessoas a partir de seis meses de idade podem se vacinar contra a gripe, exceto aquelas com histórico de alergia grave a doses anteriores do imunizante.
Para se vacinar, é necessário apresentar um documento de identificação e, se possível, a caderneta de vacinação. A dose contra a gripe é anual, e aqueles que já se vacinaram no ano anterior devem receber uma nova dose. Durante o Dia D, também será possível atualizar a caderneta de vacinação das crianças nas unidades de Atenção Primária.
Nessa fase de vacinação, a união da sociedade é fundamental para garantir que todos tenham acesso às vacinas. Projetos que incentivem a imunização e a saúde pública devem ser apoiados, pois podem fazer a diferença na vida de muitos cariocas e na proteção da comunidade.

A Fiocruz e a EMS firmaram parceria para produzir canetas emagrecedoras com liraglutida e semaglutida no Brasil, visando ampliar o acesso no SUS e reduzir importações. A produção começará em Hortolândia (SP) e será transferida para o Complexo Tecnológico de Medicamentos de Farmanguinhos, no Rio de Janeiro. O acordo é inédito por incluir transferência completa de tecnologia e pode baratear custos futuros, especialmente para pacientes com obesidade grave.

Terapia CAR T, inicialmente para câncer, mostra resultados promissores no tratamento do lúpus, oferecendo esperança de remissão e qualidade de vida a pacientes como Jennifer Le e Janina Paech.

Grupo Florescer, do Hospital Regional de Taguatinga, acolhe mais de 50 mulheres em tratamento oncológico, promovendo saúde mental e ressignificação das experiências. A iniciativa melhora desfechos clínicos e fortalece vínculos.

O Ministério da Saúde prorrogou até 15 de julho de 2025 o prazo para instituições apresentarem projetos de oncologia no SUS, visando ampliar o acesso à radioterapia. Essa mudança, parte do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), permite que credenciamentos e propostas sejam submetidos simultaneamente, priorizando regiões com menor oferta de serviços.

Estudo da USP revela que consumo de oito doses ou mais de álcool por semana está associado a lesões cerebrais e aumento do risco de demência. Pesquisadores alertam para os danos à saúde cognitiva.

Um estudo da Universidade da Colúmbia Britânica revela que sinais de alerta da esclerose múltipla podem aparecer até 15 anos antes dos sintomas clássicos, como fadiga e problemas de saúde mental. A pesquisa, publicada na JAMA Network Open, destaca a importância de reconhecer esses sintomas precoces para possibilitar intervenções mais eficazes e melhorar o diagnóstico da doença.