O jogo "Rua das Crianças Corajosas", criado por Jésia Vunschel Gualter, visa prevenir o abuso sexual infantil de forma lúdica e ganhou o iF Design Student Award 2025, levando Jésia a buscar apoio internacional.

No tabuleiro do jogo "Rua das Crianças Corajosas", desenvolvido por Jésia Vunschel Gualter, uma cidade se transforma em um espaço de aprendizado sobre prevenção ao abuso sexual infantil. Criado como parte de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), o jogo visa ensinar crianças a se protegerem de forma lúdica e interativa. Jésia, formada em design, utilizou sua formação para abordar um tema delicado com sensibilidade e criatividade.
O jogo é destinado a crianças a partir de quatro anos, mas requer a presença de um adulto para mediar as interações. A cada jogada, surgem situações do cotidiano infantil, acompanhadas de perguntas que estimulam o pensamento crítico e o diálogo. Além das cartas, o jogo inclui dinâmicas físicas que ajudam as crianças a compreenderem os limites do próprio corpo, promovendo a identificação de situações seguras e inseguras.
Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) revelam que mais de três mil jovens foram vítimas de violência sexual no Rio Grande do Sul no último ano, com a maioria das vítimas entre seis e onze anos. Diante desse cenário alarmante, o projeto de Jésia se destaca como uma ferramenta essencial para a prevenção e conscientização sobre o tema.
Após dois anos de pesquisa, que incluíram conversas com educadores e especialistas em psicologia, o jogo ganhou destaque e reconhecimento internacional ao vencer o iF Design Student Award 2025. Jésia foi convidada a representar o Brasil na Espanha, onde busca apoio para expandir a reprodução do jogo em mais escolas, visando alcançar um público ainda maior.
A professora orientadora do projeto, Mariana Piccoli, elogiou a iniciativa de Jésia, destacando a importância de projetos que visam melhorar a sociedade. O impacto do "Rua das Crianças Corajosas" é um exemplo de como a educação pode ser transformadora, utilizando o design como uma ferramenta para abordar questões sociais críticas.
Iniciativas como essa merecem apoio e incentivo da sociedade civil. A união em torno de projetos que promovem a proteção e o bem-estar das crianças é fundamental para criar um futuro mais seguro. Ao apoiar causas que visam a prevenção do abuso infantil, podemos contribuir para a construção de um ambiente mais seguro e acolhedor para as novas gerações.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, finaliza a segunda fase do Caminho das Águas em Timbaúba dos Batistas, com a entrega do Açude do Riacho da Volta e novos sistemas de abastecimento. O açude, com capacidade de 925 mil m³, é o primeiro da cidade e beneficiará 147 famílias, além de fornecer água para mais de 2.400 moradores. A licitação para uma nova adutora e a entrega de sistemas de dessalinização também foram anunciadas, visando garantir água potável para mais de 4 mil pessoas.

A UFMG lançou o Repeltex®, um repelente inovador que protege por até seis meses, comprovadamente eficaz contra mosquitos transmissores de doenças. A tecnologia, desenvolvida em parceria com a startup InnoVec, promete segurança e baixo custo.

A SES-DF promoveu a palestra “Creche Amiga da Amamentação” para apoiar a continuidade do aleitamento materno em creches, beneficiando mais de cinco mil crianças. A iniciativa busca melhorar as condições de armazenamento do leite materno e capacitar profissionais da educação.

O youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, denuncia a exploração sexual de crianças nas redes sociais, enquanto a delegada Lisandréa Salvariego alerta sobre a adultização infantil e investigações em curso.

Museu do Instituto de Geociências da USP lança projeto de inclusão tátil em paleobotânica, desenvolvendo réplicas de fósseis para deficientes visuais com tecnologia 3D e parcerias especializadas. A iniciativa visa ampliar o acesso ao conhecimento científico.

Iniciativas comunitárias têm incentivado o uso de bicicletas entre crianças, promovendo saúde e integração social. Grupos organizados pedalam juntos para a escola, transformando a mobilidade urbana e a percepção da cidade.