O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, desafiou a Sabesp a acelerar a despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, com a meta de permitir a natação até 2029, enquanto a empresa anunciou um investimento de R$ 70 bilhões.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, anunciou um desafio à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para acelerar a despoluição dos rios Tietê e Pinheiros, com a meta de permitir a natação até 2029. Durante um evento que marcou o primeiro ano de concessão da Sabesp à iniciativa privada, a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, confirmou que a despoluição pode ser alcançada nesse prazo, com um investimento de quase R$ 70 bilhões.
A Sabesp se comprometeu a realizar o equivalente a cinquenta anos de ligações de água e esgoto em apenas cinco anos. O governador destacou a importância de resolver a questão da poluição dos rios, que é um tema recorrente em campanhas eleitorais. Ele afirmou: “Quando a gente faz uma provocação para o [Gustavo] Piani dizendo: ‘Nós vamos nadar no Tietê’. E ele diz: ‘Eu vou treinar’, tá posto o desafio.”
O plano de despoluição será parte do cumprimento das metas de universalização dos serviços de água e esgoto, com a expectativa de que a carga de dejetos seja tratada e não mais despejada nos rios. A secretária Natália Resende explicou que a despoluição ocorrerá em etapas, com monitoramento da qualidade das águas ao longo do tempo. “Ano a ano a gente vai fazer esse acompanhamento”, afirmou.
O Rio Tietê, que se estende por 1.133 quilômetros e atravessa 62 municípios, já recebeu investimentos significativos para sua despoluição. Desde 2011, o governo paulista investiu R$ 1,7 bilhão, e em 2021, esse valor subiu para R$ 2,156 bilhões. Apesar dos esforços, a poluição na Bacia Hidrográfica do Rio Tietê aumentou, com um levantamento de 2024 indicando que a mancha de poluição cresceu 47 quilômetros em um ano.
O evento também incluiu uma visita à exposição do personagem Chico Bento, da Turma da Mônica, que aborda a despoluição dos rios. Tarcísio elogiou o processo de desestatização da Sabesp, acreditando que isso ajudará a cumprir o cronograma de despoluição até 2029. A secretária Natália Resende reiterou que a despoluição do Tietê e seus afluentes será monitorada de forma rigorosa.
Com a mobilização da sociedade civil e o apoio a iniciativas de despoluição, é possível transformar a realidade dos rios de São Paulo. A união em torno de projetos que visem a preservação ambiental pode fazer a diferença e garantir um futuro mais sustentável para as próximas gerações.

Preocupações sobre os altos preços de hospedagem em Belém ameaçam a participação de nações em desenvolvimento na COP30. O Brasil se comprometeu a encontrar soluções até 11 de agosto para garantir a inclusão de todos.

O Ministério de Minas e Energia do Brasil anunciou o aumento da mistura de etanol na gasolina para 30% e de biodiesel no diesel para 15%, com início em agosto de 2025. Essa medida, esperada pelo mercado, deve impulsionar os preços das commodities e reforçar o compromisso do governo com combustíveis renováveis. A expectativa é que a demanda por biodiesel cresça em 3,1%, enquanto o etanol pode equilibrar o mercado, especialmente com a produção de etanol de milho no Centro-Oeste.

A COP30, que ocorrerá no Brasil, destaca a urgência de mitigar emissões de metano para evitar um aquecimento global significativo até 2050, afetando a Amazônia e o Ártico. Ação imediata é crucial.

Ibama intercepta embarcação irregular em Itajaí durante a Operação Mugil, multando o proprietário em R$ 5,3 mil e suspendendo a atividade pesqueira até regularização no Programa Nacional de Rastreamento.

A Defesa Civil de São Paulo alerta para a umidade do ar em níveis críticos, com registros abaixo de 20% em várias cidades. Recomenda-se evitar exercícios físicos entre 11h e 16h.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para anular a licença de instalação do Hotel Spa Emiliano em Paraty (RJ), alegando falhas em estudos de impacto ambiental e falta de consulta às comunidades locais. A construção de 67 cabanas de luxo em área de manguezal gera preocupações sobre danos ambientais e riscos ao título de Patrimônio Mundial da Unesco. O MPF pede R$ 3 milhões em danos morais coletivos e a revisão do licenciamento.