São Paulo registrou temperaturas amenas de 12,7°C neste sábado (31), após dias de frio intenso, com a Defesa Civil mantendo alerta e abrigo temporário disponível até domingo. A previsão é de que a temperatura alcance 24°C.

A cidade de São Paulo registrou mais uma madrugada fria neste sábado (31), com a temperatura mínima de 12,7°C, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na estação do Mirante de Santana, na zona norte. Embora o frio tenha sido menos intenso em comparação aos dias anteriores, a sexta-feira (30) marcou a menor temperatura do ano, com 9,8°C. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura informou que a média na cidade foi de 12,3°C durante a madrugada.
Nas áreas mais distantes do centro, as temperaturas foram ainda mais baixas. Em Perus, na zona norte, os termômetros marcaram 8,5°C. A Defesa Civil Municipal mantém o alerta para baixas temperaturas em toda a cidade desde quarta-feira (28), devido à presença de uma massa de ar frio que está perdendo força gradualmente.
Para este sábado, a previsão é de que a temperatura alcance até 24°C durante o dia, com aumento da nebulosidade à noite e sem expectativa de chuvas. Para o domingo (1º), a temperatura mínima deve ficar em 12°C nas primeiras horas, subindo novamente até 24°C ao longo do dia, com muitas nuvens no céu.
O governo estadual está operando um abrigo temporário na estação Pedro II, da linha 3-vermelha do metrô, conhecido como Abrigo Solidário. Este espaço funcionará até domingo, das 19h às 8h, com capacidade para cem pessoas. Além disso, a prefeitura disponibiliza tendas da Operação Baixas Temperaturas, que são ativadas sempre que a temperatura ou a sensação térmica cai para 13°C ou menos.
As tendas estão localizadas em dez pontos estratégicos da capital, operando das 18h à 0h. Nesses locais, são oferecidos sopa, pão, chocolate quente, chá, água, cobertores e encaminhamentos para a rede socioassistencial. Cada tenda conta com ambulância e equipe médica para atender os necessitados.
Nessa situação de frio intenso, a união da sociedade pode fazer a diferença para aqueles que mais precisam. Projetos que visam apoiar a população em situação de vulnerabilidade são essenciais e podem ser estimulados pela comunidade, garantindo que todos tenham acesso a abrigo e alimentos quentes durante os dias frios.

Moradores da Vila da Barca protestam contra a construção de uma estação de esgoto que, segundo eles, beneficiará apenas áreas nobres de Belém, enquanto a comunidade permanece sem saneamento. A obra, parte das preparações para a COP30, gerou descontentamento e ações judiciais.

Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, recebeu propostas para o Plano Estadual da Pesca Artesanal do Amapá, visando fortalecer o setor pesqueiro e promover a inclusão da pesca esportiva. A iniciativa busca impulsionar a economia local e melhorar a qualidade de vida das comunidades ribeirinhas, enfrentando desafios climáticos e estruturais.

Malcom Ferdinand propõe a ecologia decolonial, unindo a luta por justiça social à preservação ambiental, desafiando o ambientalismo tradicional que ignora injustiças sociais. A obra "Uma ecologia decolonial" destaca a importância de integrar dignidade dos povos oprimidos e equilíbrio ecológico.

Diego Ramos Lahóz, ambientalista e professor, lança campanha para arrecadar R$ 45 mil e publicar "O Sacy Verdejante", além de plantar 300 árvores nativas em São Paulo, incentivando a agroecologia.

A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) criticou a sanção parcial do PL da Devastação, que flexibiliza licenças ambientais. Apesar de vetos, trechos que enfraquecem a regulação ambiental permanecem, gerando riscos à proteção de comunidades tradicionais.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) iniciou uma oficina para o Programa Amazônia Azul, focando na economia sustentável das regiões costeiras do Brasil. O evento, que ocorre até quinta-feira, visa beneficiar comunidades vulneráveis e promover inclusão social, alinhando-se à Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). A iniciativa busca integrar ações de desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, priorizando áreas críticas e com potencial produtivo.