Sebastião Salgado, fotógrafo e ambientalista, faleceu aos 81 anos, deixando um legado de restauração ambiental com o Instituto Terra, que já plantou mais de 2 milhões de árvores na Bacia do Rio Doce.

Morreu nesta sexta-feira, dia 23, aos 81 anos, Sebastião Salgado, fotógrafo e ambientalista reconhecido por suas imagens impactantes em preto e branco e por sua luta pela proteção ambiental. Em 1998, ele e sua esposa, Lélia, fundaram o Instituto Terra, com o objetivo de restaurar a Bacia do Rio Doce, uma área severamente afetada pelo desmatamento, localizada entre Minas Gerais e o Espírito Santo. O Instituto já plantou mais de dois milhões de árvores na Mata Atlântica e recuperou aproximadamente duas mil e quinhentas nascentes nos últimos anos.
Recentemente, foi anunciada uma nova fase do programa Olhos D’Água, que incluirá o plantio de mais quatro mil nascentes. O Instituto Terra também se dedica ao desenvolvimento rural sustentável na região. Salgado nasceu em 1944 no distrito de Conceição do Capim, em Aimorés, e frequentemente refletia sobre suas experiências que o levaram a iniciar o projeto de recuperação ambiental.
Em uma entrevista ao programa Globo Repórter, Salgado compartilhou a origem do projeto, mencionando uma experiência de sua infância que o inspirou a restaurar a floresta. Ele destacou a importância de plantar microflorestas para a recuperação das nascentes, afirmando que esse trabalho trouxe cura e satisfação a sua vida após anos de reportagens difíceis na África.
O Instituto Terra expressou seu pesar pela morte de Salgado, ressaltando que ele foi muito mais do que um fotógrafo renomado. A nota enfatizou que, junto de Lélia, ele semeou esperança em áreas devastadas e promoveu a ideia de que a restauração ambiental é um ato de amor pela humanidade. A mensagem de solidariedade foi estendida à família de Salgado, incluindo seus filhos e netos.
O legado de Sebastião Salgado é um chamado à ação para todos nós. Sua vida e trabalho demonstram o poder transformador da dedicação à natureza e à justiça social. Através de suas iniciativas, ele nos inspira a cuidar do nosso planeta e a promover a restauração ambiental como um valor fundamental.
Neste momento de reflexão, é essencial que a sociedade civil se una para apoiar projetos que visem a recuperação ambiental e o desenvolvimento sustentável. A mobilização em torno de causas como a de Salgado pode fazer uma diferença significativa na preservação do nosso meio ambiente e na melhoria da qualidade de vida das comunidades afetadas.

Recentes alagamentos em Paraty, a "Veneza brasileira", surpreenderam moradores e turistas, com ruas inundadas até mesmo fora do centro histórico. A prefeitura investiga a situação, enquanto a elevação do nível do mar se intensifica.

Uma caminhonete destruiu mudas de vegetação nativa no Parque do Cantagalo, trabalho de replantio realizado por Mario Moscatelli. O biólogo registrou o incidente na delegacia e há rumores sobre danos a fiações elétricas.

Uma pesquisa recente revela que o zooplâncton, ao migrar para as profundezas do Oceano Antártico, retém carbono equivalente às emissões de 55 milhões de carros, desafiando sua subvalorização ecológica. Cientistas alertam para as ameaças que esses organismos enfrentam devido ao aquecimento global e à pesca comercial.

Indígenas de doze etnias buscam apoio em Brasília contra rodovias na Amazônia. Representantes de povos Ashaninka e Yawanawá alertam sobre impactos ambientais e sociais.

A 30ª Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP 30) em Belém enfrenta uma crise de hospedagem, com preços de hotéis exorbitantes, levando países a reduzir delegações. O governo brasileiro busca negociar tarifas.

Ivete Sangalo e Viviane Batidão se apresentarão em um show gratuito em Belém no dia 20 de setembro, promovido pelo movimento Amazônia Live - Hoje e Sempre, com foco na preservação da Amazônia. O evento contará com atrações locais e um especial televisivo com Mariah Carey, transmitido em 17 de setembro, destacando a importância da conscientização ambiental a semanas da COP30.