O Senado aprovou a permanência da renúncia fiscal da Lei de Incentivo ao Esporte, aguardando sanção do presidente Lula. A medida pode fortalecer projetos esportivos e aumentar investimentos no setor.

O Senado aprovou um projeto que altera a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), tornando permanente a renúncia fiscal para contribuintes que destinam parte do imposto de renda a projetos esportivos. A proposta recebeu setenta e quatro votos a favor e nenhum contra. Agora, aguarda a sanção do presidente Lula, que poderá aprovar ou vetar a medida. Se houver veto, o texto retornará ao Congresso Nacional, onde poderá ser mantido ou derrubado.
Instituída em dois mil e seis, a LIE é fundamental para o fomento do esporte no Brasil. O mecanismo permite que contribuintes direcionem uma parte do imposto de renda a projetos previamente aprovados pelo Ministério do Esporte, abrangendo tanto modalidades esportivas quanto paradesportivas. A lei, que já havia sido prorrogada até dois mil e vinte e sete, movimentou R$ 1,13 bilhão em dois mil e vinte e quatro, o dobro do montante registrado em dois mil e vinte.
As regras de destinação variam conforme o perfil do contribuinte: pessoas físicas podem destinar até sete por cento do imposto de renda, enquanto empresas que declaram pelo regime do Lucro Real podem direcionar até três por cento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ). As doações podem ser feitas sem retorno ao contribuinte ou como patrocínios, que oferecem contrapartidas, como visibilidade de marca.
A maior parte dos investimentos se concentra na região Sudeste, que representa setenta e seis vírgula seis por cento dos patrocínios e sessenta e oito vírgula quatro por cento da verba total destinada por empresas. O processo de destinação é simples: o contribuinte escolhe um projeto aprovado e realiza a destinação dentro do ano-base da declaração. A lista de projetos aptos está disponível no site do Governo Federal.
Anderson Rubinatto, CEO da Goolaço, empresa de marketing esportivo, explica que a divulgação dos projetos aprovados ocorre no Diário Oficial da União. As empresas são abordadas por captadores de recursos, que apresentam as oportunidades de patrocínio. Clubes de futebol, como Santos, Flamengo, Atlético-MG e Cuiabá, têm utilizado a LIE para fortalecer suas categorias de base, permitindo que torcedores contribuam para o desenvolvimento de novos atletas.
Investir em projetos esportivos é essencial para o futuro do esporte no Brasil. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para o sucesso dessas iniciativas, promovendo o desenvolvimento de talentos e a inclusão social. Cada contribuição pode fazer a diferença na vida de jovens atletas e na promoção do esporte em nosso país.

João Marcelo Drummond, motorista de aplicativo sem as duas pernas, foi multado por dirigir sem habilitação, mas agora obteve sua CNH e planeja adaptar seu carro para trabalho legal.

Pinheiros, em São Paulo, captou mais recursos da Lei Rouanet que as regiões Norte e Nordeste juntas entre 2014 e 2023, evidenciando a desigualdade na distribuição de verbas culturais. A pesquisa do Observatório Ibira e da Universidade Federal do ABC revela que 90% da captação ocorreu em bairros nobres, enquanto áreas periféricas ficaram com valores irrisórios ou nulos.

Os pagamentos do Bolsa Família de junho de 2025 começam no dia 16 e vão até o dia 27, com valores variando conforme o NIS dos beneficiários. O programa exige cumprimento de regras para manutenção do benefício.

Os repasses do Bolsa Família de maio começaram em 19 de maio, seguindo um cronograma baseado no dígito final do NIS, com pagamentos até 30 de maio. O calendário de 2025 já foi divulgado.

Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, determina aposentadoria compulsória da major transexual Lumen Muller Lohn, alegando "incompatibilidade" após 27 anos de serviço. Lumen denuncia discriminação.

O terceiro Relatório de Transparência Salarial e Igualdade revela que a disparidade salarial entre homens e mulheres aumentou para 20,9%. O Ministério do Trabalho destaca a necessidade de ações efetivas.