Estudantes têm a oportunidade de participar de simulados gratuitos do Enem em agosto, promovidos por redes de ensino em diversas regiões do Brasil, com inscrições até 14 de agosto. O Sistema de Ensino Objetivo realizará provas em dois dias, com questões de múltipla escolha e redação, seguindo o formato do exame. As provas ocorrerão em unidades do Objetivo em vários estados, proporcionando uma experiência realista para os candidatos.

Estudantes que desejam se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terão a oportunidade de participar de simulados gratuitos em agosto, organizados por diversas redes de ensino em várias regiões do Brasil. O primeiro simulado do Sistema de Ensino Objetivo está com inscrições abertas até 14 de agosto e é acessível a todos os interessados.
O simulado será realizado em dois dias, seguindo o formato do Enem, com um total de 180 questões de múltipla escolha e uma redação. As provas ocorrerão nos dias 17 e 24 de agosto, com um intervalo entre as aplicações. No primeiro dia, os participantes responderão questões de linguagens, ciências humanas e realizarão a redação; no segundo, as provas serão de matemática e ciências da natureza.
As provas serão aplicadas em unidades do Sistema de Ensino Objetivo em diversos estados, incluindo São Paulo, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, entre outros. A coordenadora pedagógica do Objetivo, Vera Lúcia Antunes, destaca que o simulado é uma excelente oportunidade para os estudantes vivenciarem a experiência do Enem e se familiarizarem com o formato da prova.
Para aqueles que preferem uma opção online, o simulado do Poliedro também estará disponível até 20 de agosto. Este simulado é voltado tanto para novos inscritos quanto para aqueles que não puderam participar da primeira aplicação em julho. A prova online contará com novas questões e um tema de redação exclusivo, além de um controle de tempo que simula a experiência do Enem.
As inscrições para o simulado do Sistema de Ensino Objetivo podem ser feitas pelo site ou diretamente nas unidades. Vera Lúcia Antunes ressalta que o simulado é uma forma de mostrar que o Enem é uma prova acessível e que pode abrir portas para grandes universidades, enfatizando a importância de seguir até o final da prova, mesmo diante de questões desafiadoras.
Iniciativas como essas são fundamentais para apoiar estudantes em sua preparação para o Enem. A união da sociedade civil pode fazer a diferença, proporcionando recursos e oportunidades para que mais jovens tenham acesso a uma educação de qualidade e possam se preparar adequadamente para o futuro.

A UnDF lança a 2ª edição dos Programas Institucionais de Iniciação Científica e de Desenvolvimento Tecnológico, com 60 bolsas de R$ 700 por 12 meses. Inscrições de 28 de abril a 12 de maio.

Em 2024, a taxa de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham no Brasil caiu para 18,5%, refletindo uma melhora no mercado de trabalho, mas ainda revela desigualdades de gênero e raça.

Falta de climatização nas escolas públicas de Praia Grande gera protestos e abaixo-assinados. Apenas 34% das salas de aula no Brasil têm ar-condicionado, afetando saúde e aprendizado.

Vereadores do PT de diversas cidades protocolarão, no Dia do Estudante, projetos para municipalizar o CPOP, visando ampliar o apoio a cursinhos populares para alunos de baixa renda. A mobilização conta com mais de 1.000 vereadores jovens.

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESPDF) realizou o 1º Encontro Distrital de Educação na Saúde, reunindo 200 participantes para discutir inovações tecnológicas na saúde pública. O evento, que ocorre em dois dias, visa integrar educação e saúde, destacando a importância da tecnologia no fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Indígenas e especialistas clamam por uma educação que valorize a história e cultura originária no Brasil. Edson Kayapó e Vanda Witoto destacam a necessidade de reformar o ensino para incluir a rica diversidade cultural indígena e a história pré-colonial, evidenciando lacunas no material didático e na formação de professores. Iniciativas como bibliotecas itinerantes e conteúdos digitais buscam promover esse conhecimento, essencial para desconstruir estigmas e fortalecer identidades.