Ingrid Aparecida Batista do Carmo, após um transplante de fígado em dezembro de 2024, renova suas esperanças e planos de vida, enquanto o DF registra aumento de quase 4% em transplantes no primeiro semestre de 2025.

Ingrid Aparecida Batista do Carmo, diagnosticada com hepatite autoimune em 2021, passou por tratamento no Hospital Regional de Ceilândia. Após dois anos, a terapia tornou-se ineficaz, levando-a a buscar um transplante de fígado. Em dezembro de 2024, Ingrid recebeu o novo órgão, o que transformou sua vida. “Foi um misto de alívio, medo e gratidão. Hoje, consigo pensar em fazer uma viagem, voltar a estudar, trabalhar”, afirmou, cheia de planos.
Após o transplante, Ingrid deixou para trás os sintomas debilitantes que a acompanhavam. “Todos os dias eu vomitava. Vivia enjoada, sempre amarela, sempre mal. Depois do novo fígado, esses sintomas passaram”, destacou. A equipe do Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF) e sua família foram fundamentais nesse processo, segundo Ingrid, que enfatizou a importância do apoio recebido.
No primeiro semestre de 2025, o Distrito Federal registrou quatrocentos e vinte e quatro transplantes, um aumento de quase quatro por cento em relação ao mesmo período do ano anterior. Os procedimentos realizados incluem a doação de órgãos e tecidos, como rim, fígado, coração, córneas, pele e medula óssea, em unidades de saúde como o Hospital de Base, o Hospital Universitário de Brasília e o ICTDF.
A Central Estadual de Transplantes (CET-DF) coordena as atividades de transplantes no DF, abrangendo tanto a rede pública quanto a particular. Entre suas responsabilidades estão o gerenciamento do cadastro de potenciais receptores e a promoção da doação de órgãos. A chefe do Banco de Órgãos do DF, Isabela Rodrigues, ressaltou a importância de sensibilizar as famílias sobre a doação, especialmente em momentos de luto.
Rodrigues também mencionou que, apesar da distância ética que impede o contato direto entre doadores e receptores, alguns pacientes transplantados buscam a equipe para expressar sua gratidão. “É emocionante ouvir que só tiveram uma chance de viver melhor por causa daquela doação”, afirmou. No entanto, especialistas alertam que ainda falta uma cultura de doação mais forte na sociedade.
A história de Ingrid e o aumento dos transplantes no DF mostram a importância da doação de órgãos e do apoio à saúde pública. A união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos que esperam por uma segunda chance. Projetos que incentivem a doação e a conscientização sobre o tema são essenciais para salvar vidas e transformar realidades.

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