A partir de 19 de março, a vacinação contra a gripe em São Paulo será ampliada para toda a população a partir de seis meses, visando prevenir doenças respiratórias. A medida, anunciada pelo secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, busca aumentar a cobertura vacinal, que atualmente é de 61,11% entre grupos prioritários. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde e Assistências Médicas Ambulatoriais, de segunda a sábado.

A partir de 19 de março, a vacinação contra a gripe em São Paulo será ampliada para toda a população a partir de seis meses de idade. Até agora, o imunizante estava disponível apenas para grupos prioritários, como idosos, crianças pequenas e gestantes. O secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, destacou a importância dessa ampliação para prevenir o agravamento de doenças respiratórias durante a sazonalidade.
Até o dia 13 de março, foram aplicadas 1.095.488 doses da vacina, resultando em quase 25% de cobertura entre os grupos prioritários. Em 2024, a cobertura geral no público-alvo atingiu 61,11%. A vacinação ocorrerá nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e aos sábados nas Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) e UBSs Integradas, no mesmo horário.
A gripe é uma doença respiratória infecciosa que pode causar sintomas como coriza, febre, dor de cabeça, tosse e mal-estar. Embora a vacina não cause a doença, é possível que a pessoa contraia outros vírus respiratórios em circulação. Os efeitos adversos da vacina são geralmente leves, como dor no local da aplicação e febre baixa, afetando cerca de 1% dos vacinados.
As contraindicações para a vacina incluem anafilaxia com dose prévia e alergia grave a ovo. É recomendado que todos, mesmo aqueles fora do grupo de risco, tomem a vacina. Os idosos e crianças menores de dois anos são os mais vulneráveis a complicações graves, e as crianças abaixo de nove anos que nunca foram vacinadas devem receber duas doses no primeiro ano.
A vacina deste ano é atualizada para cobrir as subvariantes do vírus influenza A H1N1, H3N2 e influenza B em circulação. A imunização deve ocorrer antes do inverno, pois leva até duas semanas para surtir efeito, com a produção máxima de anticorpos ocorrendo em quatro semanas. Não é recomendado vacinar pessoas com sintomas gripais, devendo a aplicação ser feita após a melhora do quadro.
Com a ampliação da vacinação, a sociedade tem a oportunidade de se unir em torno da saúde pública. Projetos que visam apoiar a imunização e a conscientização sobre a gripe podem fazer uma diferença significativa na proteção da população. A união em torno de iniciativas de saúde pode garantir que todos tenham acesso à vacina e informações necessárias para se proteger.

A obesidade é uma doença crônica complexa, associada a riscos elevados de transtornos mentais, conforme discutido no Congresso Brasileiro de Psiquiatria. Especialistas debatem sua classificação como doença psiquiátrica.

Vacina contra Chikungunya é aprovada pela Anvisa e será incorporada ao SUS. O Instituto Butantan e a Valneva desenvolvem a vacina, que promete fortalecer a saúde pública no Brasil.

Preta Gil faleceu aos 49 anos após lutar contra câncer de intestino, destacando a importância de reconhecer sintomas e realizar exames preventivos como a colonoscopia. Sua morte ressalta a urgência de cuidados com a saúde.

Brasil enfrenta uma epidemia de diabetes, com projeções alarmantes para 2050. Especialistas pedem ações urgentes. O diabetes, uma das maiores crises de saúde pública do século XXI, afeta milhões no Brasil, onde mais de 16 milhões de pessoas convivem com a doença, a maioria sem diagnóstico. Projeções indicam que até 2050, o número de brasileiros com diabetes pode ultrapassar 51,5 milhões, impulsionado por fatores como envelhecimento, sedentarismo e obesidade. A endocrinologista Tarissa Petry destaca a importância do diagnóstico precoce e do acesso a exames simples para evitar complicações graves. Além disso, a hiperglicemia gestacional já afeta uma em cada cinco gestações, exigindo rastreio adequado. O impacto econômico é significativo, com gastos anuais superiores a R$ 42 bilhões. A urgência de políticas públicas de prevenção e rastreamento é evidente, especialmente na América Latina, onde o crescimento da doença ameaça a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

A bronquiolite é a principal causa de morte infecciosa em crianças menores de um ano no Brasil. A vacina Abrysvo, em análise pela Anvisa, pode oferecer proteção ao bebê via gestantes.
O Ministério da Saúde lançou um Manual Técnico para atender indígenas expostos ao mercúrio, visando melhorar a saúde nas comunidades afetadas pela mineração ilegal. A publicação, resultado de colaboração com diversas instituições, traz diretrizes práticas para profissionais de saúde, focando na identificação e cuidado de casos de contaminação. A iniciativa é parte de uma nova Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, com materiais adaptados para línguas indígenas e ações de formação previstas para 2025.