Neste sábado (16), voluntários se reunirão para um mutirão de limpeza na Praia do Flamengo, que recuperou o selo de balneabilidade. O evento visa coletar lixo e micro lixo, promovendo a preservação ambiental. Todos são bem-vindos a participar, levando luvas e sacos de lixo. O encontro será às 9h em frente à churrasqueira Assador.

Na manhã deste sábado, dia dezesseis, um grupo de voluntários realizará um mutirão de limpeza na Praia do Flamengo, que recentemente recuperou o selo de balneabilidade. O objetivo é coletar não apenas latinhas, copos e garrafas PET, mas também o chamado “micro lixo”, que inclui tampinhas, guimbas de cigarro e outros resíduos que ainda aparecem nas areias cariocas.
Os participantes devem levar luvas de borracha grossa para garantir a segurança, já que é possível encontrar objetos cortantes ou até seringas. Além disso, é recomendado trazer sacos de lixo grandes, protetor solar, água e chapéu, considerando que o encontro será na praia.
O ponto de encontro será em frente à churrasqueira Assador, às 9h. Os voluntários estarão vestidos com camisetas brancas, facilitando a identificação do grupo. A iniciativa é aberta a todos que desejam contribuir para a limpeza e preservação do ambiente.
A Praia do Flamengo, agora com o selo de balneabilidade, representa um espaço seguro para banhistas e visitantes. A recuperação desse selo é um passo importante para a valorização do local e para a promoção de um ambiente mais limpo e saudável.
O mutirão de limpeza é uma oportunidade para a comunidade se unir em prol da preservação ambiental. A participação de cada um é fundamental para garantir que a praia continue a ser um espaço de lazer e convivência, livre de lixo e poluição.
Nossa união pode fazer a diferença na preservação de espaços como a Praia do Flamengo. Projetos que incentivam a limpeza e a conscientização ambiental devem ser apoiados pela sociedade civil, promovendo um futuro mais sustentável para todos.

O Brasil enfrenta a pior seca em 45 anos, com chuvas reduzidas a 850 mm, impactando a energia e a agricultura. O iCS lançará o Hub de Economia & Clima para promover pesquisas sobre essas interações.

O Brasil alcançou a meta de reciclar 25% das embalagens de vidro em 2024, com o Distrito Federal superando a média nacional. A reciclagem de vidro no país cresceu de 11% para 25,1% em cinco anos.

Filhote de onça-pintada resgatado em Roraima passa por reabilitação em Brasília, visando retorno à vida selvagem após ser criado como animal de estimação. O processo deve durar cerca de dois anos. A pequena onça, com seis meses, está sob cuidados do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama, onde ganha peso e desenvolve instintos naturais. O treinamento inclui alimentação irregular e estímulos ambientais para prepará-la para a vida livre. Se não se adaptar, poderá ser encaminhada a um zoológico.

Desmatamento na Amazônia Legal aumentou 4% entre agosto de 2024 e julho de 2025, enquanto Cerrado e Pantanal apresentam recuperação significativa. Políticas ambientais e queimadas extremas são fatores críticos.

Técnicas de manejo podem acelerar em até 13 anos o corte de árvores nativas, aumentando a produtividade da restauração florestal no Brasil, segundo pesquisa liderada por Pedro Medrado Krainovic. Essa abordagem visa atrair proprietários rurais e reduzir a pressão sobre biomas como a Amazônia, contribuindo para a meta de restaurar 12 milhões de hectares até 2030.

O presidente Lula enfrenta pressão para vetar o Projeto de Lei 2.159/202, que altera o licenciamento ambiental, em meio a uma lista de 46 propostas que ameaçam a agenda socioambiental. O Observatório do Clima destaca a urgência de ações para preservar o meio ambiente e evitar retrocessos significativos.