Neste sábado (16), voluntários se reunirão para um mutirão de limpeza na Praia do Flamengo, que recuperou o selo de balneabilidade. O evento visa coletar lixo e micro lixo, promovendo a preservação ambiental. Todos são bem-vindos a participar, levando luvas e sacos de lixo. O encontro será às 9h em frente à churrasqueira Assador.

Na manhã deste sábado, dia dezesseis, um grupo de voluntários realizará um mutirão de limpeza na Praia do Flamengo, que recentemente recuperou o selo de balneabilidade. O objetivo é coletar não apenas latinhas, copos e garrafas PET, mas também o chamado “micro lixo”, que inclui tampinhas, guimbas de cigarro e outros resíduos que ainda aparecem nas areias cariocas.
Os participantes devem levar luvas de borracha grossa para garantir a segurança, já que é possível encontrar objetos cortantes ou até seringas. Além disso, é recomendado trazer sacos de lixo grandes, protetor solar, água e chapéu, considerando que o encontro será na praia.
O ponto de encontro será em frente à churrasqueira Assador, às 9h. Os voluntários estarão vestidos com camisetas brancas, facilitando a identificação do grupo. A iniciativa é aberta a todos que desejam contribuir para a limpeza e preservação do ambiente.
A Praia do Flamengo, agora com o selo de balneabilidade, representa um espaço seguro para banhistas e visitantes. A recuperação desse selo é um passo importante para a valorização do local e para a promoção de um ambiente mais limpo e saudável.
O mutirão de limpeza é uma oportunidade para a comunidade se unir em prol da preservação ambiental. A participação de cada um é fundamental para garantir que a praia continue a ser um espaço de lazer e convivência, livre de lixo e poluição.
Nossa união pode fazer a diferença na preservação de espaços como a Praia do Flamengo. Projetos que incentivam a limpeza e a conscientização ambiental devem ser apoiados pela sociedade civil, promovendo um futuro mais sustentável para todos.

ICMBio e Funai firmaram acordo permitindo a presença da comunidade Guarani Mbya na Reserva Biológica Bom Jesus, gerando protestos de 68 entidades e 48 personalidades contra a flexibilização de proteções ambientais.

O Parque da Cidade, em Belém, foi fechado para a instalação dos pavilhões da COP 30, que contará com áreas restritas e abertas ao público. O espaço, que recebeu mais de 670 mil visitantes em dois meses, reabrirá com novas estruturas após a conferência.

Ministério Público de São Paulo investiga vazamento de corante azul em Jundiaí, após caminhão colidir em poste. A situação afeta fauna local e gera ações de limpeza e monitoramento ambiental. O incidente resultou em patos, gansos e capivaras tingidos de azul, além da morte de peixes. A Cetesb realiza vistorias e a Prefeitura não se manifestou sobre as medidas adotadas.

O Rio de Janeiro sediará o Fórum de Líderes Locais de 3 a 5 de novembro, reunindo prefeitos e governadores para discutir ações climáticas antes da COP30 em Belém. O evento visa fortalecer a liderança local na luta contra a crise climática, inspirando uma agenda colaborativa e ambiciosa.

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) critica projeto de lei que flexibiliza licenciamento ambiental, considerando-o um retrocesso e ameaça aos direitos constitucionais dos brasileiros. O texto fragiliza a proteção dos biomas e compromete os compromissos do Brasil no Acordo de Paris, alertam especialistas.

A Câmara dos Deputados afrouxou regras de licenciamento ambiental, gerando protestos. Apesar da redução do desmatamento, a degradação florestal aumentou mais que o dobro, com fogo como principal responsável.