Xuxa Meneghel revelou ter feito transplante capilar por alopecia androgenética. A apresentadora destacou a importância do diagnóstico precoce e tratamentos disponíveis para a condição que afeta muitas mulheres.

Xuxa Meneghel, a icônica apresentadora brasileira, abordou a alopecia androgenética, uma condição que afeta muitas mulheres, ao revelar que realizou um transplante capilar devido à queda de cabelo. Durante sua participação no programa "Domingo Espetacular", Xuxa compartilhou que a situação afetou sua autoestima, mencionando: "Era uma coisa que eu estava me sentindo mal com aquela carequinha." A alopecia androgenética, embora frequentemente associada aos homens, também é comum entre mulheres e pode ter um grande impacto emocional.
A dermatologista Lilian Brasileiro explica que, ao contrário da calvície masculina, a alopecia feminina geralmente resulta em afinamento e queda difusa dos fios, sem falhas completamente lisas. "Existem diferentes graus de alopecia, e a gravidade define o quanto o couro cabeludo fica visível," afirma. O diagnóstico precoce é essencial para conter a progressão da queda, pois os tratamentos visam preservar os fios existentes e manter os folículos saudáveis.
Os tratamentos disponíveis variam conforme o estágio da condição e o histórico do paciente. A dermatologista Mônica Aribi destaca que muitos casos podem ser controlados com vasodilatadores tópicos, como o Minoxidil, que melhora a circulação no couro cabeludo e estimula o crescimento dos fios. Além disso, procedimentos em consultório têm se mostrado eficazes.
Entre as opções de tratamento, estão a mesoterapia e o laser de baixa intensidade, que aplicam ativos diretamente no couro cabeludo. A farmacêutica Patrícia França menciona o uso de silício orgânico estabilizado em colágeno marinho para fortalecer os fios, enquanto o dermatologista Abdo Salomão Jr. apresenta o Megaderme Duo, que combina radiofrequência com microagulhamento para reativar os folículos capilares.
Outras técnicas incluem o NCTF, que utiliza ácido hialurônico injetável, e a terapia com exossomos, que utiliza componentes do sangue do paciente para estimular o crescimento de novos fios. O HydraFacial Keravive, um tratamento que promove limpeza profunda do couro cabeludo, também é destacado como uma opção eficaz. A alopecia androgenética pode ser enfrentada com apoio e informação, e o diagnóstico precoce é crucial.
Com a evolução dos tratamentos e o aumento do acesso à informação, é possível cuidar da saúde capilar e recuperar a autoestima. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que ajudem mulheres a enfrentar essa condição, promovendo a conscientização e o acesso a tratamentos adequados.
O Dia Mundial da Hemofilia, em 17 de abril, destaca a importância do tratamento no DF. O ambulatório da Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) oferece suporte a 910 pacientes, com equipe multiprofissional e facilidades para aplicação de medicamentos em casa.

Carla Prata, apresentadora e ex-bailarina, compartilha seu diagnóstico de miastenia gravis nas redes sociais, buscando apoio e informação para quem enfrenta a doença.

O novo boletim do Ministério da Saúde aponta um aumento de 4,5% nos casos de HIV em 2023, com 46.495 diagnósticos, enquanto a mortalidade por Aids caiu 32,9% na última década. A ampliação da testagem e da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) é vista como positiva, mas especialistas alertam para a necessidade de mais educação sexual e uso de preservativos.

O Distrito Federal enfrenta uma grave crise na doação de órgãos, com a taxa de recusa familiar alcançando 61% em 2024, resultando em apenas 45 doações e um aumento de 20% na fila de espera para transplantes. A Secretaria de Saúde busca reverter essa situação com campanhas de conscientização.

Suicídio entre músicos é alarmante, exigindo intervenções urgentes. Artigo destaca a vulnerabilidade de artistas e propõe ações para desestigmatizar o tema.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) participou da abertura do 29º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, abordando o crescimento alarmante do diabetes no Brasil. O evento, que ocorreu em 25 de julho, contou com a presença de mais de 40 instituições de saúde e destacou a projeção de que o número de brasileiros com diabetes tipo 2 pode saltar de 16 milhões para 24 milhões até 2050.